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Espectáculo / Show
Teatro multimédia para público jovem
Odília
Patrícia Portela / Prado e Laika (PT / BE)
 

Datas/Dates :
8 e 15 de Outubro 11h30
9, 10, 11, 12 e 13 de Outubro 11h00
14 de Outubro 15h30
October 8 and 15 11h30
October 9, 10, 11, 12 and 13 11h00
October 14 15h30

Local/Venue :
CENTRO CULTURAL DE BELÉM Sala de Ensaio

Duração/Duration :
1h00

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Texto, selecção de images, espaço Patrícia Portela co-criação Célia Fechas (performer) Bart van den Eynde (co-encenação) Christoph de Boeck (Sonoplastia e música) Leonardo Simões (Direcção de fotografia e imagem vídeo) Irmã Lúcia (Composição gráfica e vídeos) Pedro Murteira (Banda desenhada) Hélder Cardoso (Construção cenário) Zé Rui (Design de luz) Produção Prado (PT) em parceria com Laika (BE) Co-produção Festival TEMPS D’IMAGES/ DuplaCena / tanzhaus nrw / CCB Apoio e residência Lugar Comum e ZDB logísticos XEROX TESA BOSCH SONY PORTUGAL
Agradecimento especial ao apoio do Teatro Viriato, Festival Circular e Transforma

Prado tem o apoio da Fundação Gulbenkian e do MC/IA em 2006

 

Patrícia Portela estreia-se no teatro infanto-juvenil com a história de uma menina curiosa que anda atrás do pensamento.
«Odília», é uma musa confusa.

Quando tinha 7, 8, 9, quase 30 anos, viu um anúncio no jornal para tarefas inspiradoras e concorreu. Quando chegou às entrevistas, estava atrasada e já não havia mais nenhuma vaga, e Odilia, sentindo-se a única musa desempregada no mundo, sai porta fora e corre, corre, corre, corre, até tropeçar numa outra musa. Penélope é a sua solidão… alguém com quem ela pode falar sobre tudo, e que não se importa de ir com ela a qualquer dos sítios impossíveis que ela visita constantemente no seu cérebro.

“Odília” é uma misteriosa viagem pela casa das ideias e das impressões, quais naturezas mortas do cérebro. Um corredor de pensamentos, como se nos pudessemos embrenhar numa teia infinita dentro da nossa cabeça, à procura de princípios. Onde será que tudo começa?


« Odília » is a muse, from the confused class of muses, the type that are not so abstract as we are used to because she has legs and arms and looks like a person, but also more abstract than we are used to because she is waiting to be inspired.