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Datas/Dates :
13 e 14 de Outubro
Sexta e Sábado 21h30
October 13 and 14
Friday and Saturday 21h30
Local/Venue :
CULTURGEST - Grande Auditório
Duração/Duration :
55min.
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Conceito e interpretação:
João Paulo Pereira dos Santos (mastro chinês, vídeo) e Guillaume Dutrieux (música)
Direcção de cena e figurinos:
Pedro Pereira dos Santos
Apoio:
Ministère de la culture DMDTS,
le Cheptel Aleïkoum
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(peut-être) é um dueto entre João Paulo Santos, acrobata de mastro chinês, e Guillaume Dutreux, músico.
Em (peut-être), os artistas exploram as fronteiras e os limites dos seus respectivos espaços: os espaços de jogo dos dois protagonistas, o cimo e o baixo, a horizontal e a vertical, o espaço visual e o espaço sonoro, o real e o virtual, o espaço e o tempo, que se justapõem e se confundem.
Música acústica ou música electrónica? Corpo real ou virtual? O vídeo e a electrónica confundem a percepção: inversão da gravidade, multiplicação dos intérpretes pela imagem e pelo som.
Entre o instante (o último?) e a duração, há a proeza e o risco, sempre presentes, mas nunca reivindicados.
Três artistas encontram-se na construção deste espectáculo, confrontando as suas experiências nos campos da ‘performance’ física, da música e do vídeo: os irmãos, João Paulo e Pedro Santos, e Guillaume Dutrieux. Os dois primeiros são de Lisboa, onde João Paulo se iniciou nas artes do circo e Pedro nas artes plásticas, o terceiro é compositor e
músico, um trompetista de formação que se tornou multi-instrumentista.
Licinio da Costa
“Recentemente diplomado pelo CNAC (Centro Nacional de Artes do Circo, Châlons en Campagne), com louvor do júri, João é (já) um artista extraordinário. Se alguém ainda confundir a ginástica olímpica com a arte da acrobacia, então precisa absolutamente de o ver dançar no seu mastro chinês e de ter que conter as lágrimas perante tamanha beleza. A sua serpenteante fluidez, a sua maneira de decompor os movimentos para que cada gesto tenha um sentido, a sua ciência da tensão e da surpresa, não têm paralelo senão na força invisível – mas colossal – e na agilidade que a prática desta ingrata especialidade circense requer.
Jean-Michel Guy
In (peut-être), the artists explore the boundaries and limits of their respective spaces: the spaces for interactive play between the two leading performers, up and down, horizontal and vertical, visual space and sound space, space and time, all of which are juxtaposed and tangled to the point of confusion.

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